"Sussurrando palavras de AMOR"

Com sussurros a ecoar Alegra o meu coração E com a alma a cantar Sinto a real perfeição.

. Plantamos o que colhemos.

A nossa vida é semelhante a um jardim. Temos em nossas mãos a cada dia novas sementes. Cada uma delas representa um sentimento. Sentimentos bons e também ruins... Se a cada sol que nascer, soubermos cultivar bem cada sementinha de nosso jardim, o mesmo sempre estará cheio de belas flores... Quantas vezes não ouvimos alguém dizer, colhemos o que plantamos, aqui se faz, aqui se paga e vários outros ditados populares que expressam as verdades da vida.
A sabedoria popular é clara, colhemos o que plantamos, se é assim então por que certas pessoas insistem em plantar ervas daninhas mesmo sabendo que não servirão para nada além de prejudicar as plantas boas? Tenha foco em tudo que faz, faça bem feito, faça com profissionalismo e será recompensado. (Luis Alves é personal coach).
"Uma longa viagem começa com um único passo." (Lao Tsé). Assim é a vida, uma longa jornada onde o passo inicial vai definir quais os rumos que nosso destino tomará. O que você deseja para sua vida, para sua carreira, para as pessoas que ama, quais seus objetivos, suas metas, suas ambições, defina seu roteiro e encontrará o caminho para o sucesso.

. Entrevista com Evânia Reichert

Autora de livro recentemente publicado sobre a infância fala dos desafios da família e da escola em educar uma criança nos primeiros dias de vida. E é taxativa: “O problema da educação está nos adultos, que estão cada vez mais desconectados”
(por Erica Andrade)
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"É irônico o fato de que a humanidade tenha passado todo o século 20 tentando quebrar o paradigma do autoritarismo nos âmbitos sociais, políticos, educacionais e trabalhistas, e agora se sinta perdida diante da constatação de que a educação à moda antiga não funciona mais. É notória a confusão que cerca famílias e escolas. Como enfrentar o comportamento de crianças e adolescentes sem nenhuma regulação, prontos para o confronto? Como explicar o crescente número de diagnósticos de hiperatividade, fobia, ansiedade, depressão, que assolam os pequenos? Essas são as principais questões abordadas pelo livro Infância, a idade sagrada (Editora Vale do Ser), da terapeuta e jornalista gaúcha Evânia Reichert.

A motivação para escrever a obra nasceu em 2005, após o trágico suicídio de um menino de 10 anos, em Porto Alegre (RS). Na carta deixada para a família, o garoto alegou que não suportava mais viver na solidão de sua casa e a depressão dos pais. Para Evânia, o suicídio não é uma hipótese da infância. Era preciso compreender o que estava ocorrendo. No livro, a terapeuta é rigorosa com a atitude das famílias, especialmente com os equívocos que comprometem a fase inicial do desenvolvimento infantil. “Estamos em um momento de revisão nos modos de educar. Na minha opinião, se não há respeito aos adultos, é porque eles também não respeitam as crianças”, avalia. Para a especialista, a falta de auto-regulação é um dos principais problemas da atualidade. Além disso, pais e professores estão falhando quando não sustentam as esperanças das próximas gerações. “Fizemos um saque antecipado do futuro”, diz a autora, citando o filósofo e educador Mário Sérgio Cortella.

O que está ocorrendo com o processo educacional, tanto na escola quanto em casa?
Vivemos um período de crise entre as velhas formas de educar hierarquizadas e um novo modelo que ainda não está claro, não foi vislumbrado. Estamos no meio do caminho e, por isso, pais e educadores estão tão confusos, não sabem como lidar com a falta de regulações, com as emoções, a desautorização, a dependência das drogas, a violência. Porém, diferentemente de qualquer outra época, esse problema não está restrito apenas às camadas de baixa renda, está presente na infância e adolescência em todas as classes sociais. E uma mostra disso é o alto consumo de antidepressivos nessa faixa etária. É um momento de revisão nos modos de educar. Na minha opinião, se não há respeito aos adultos, é porque eles também não respeitam as crianças.

Como você avalia o modelo atual?
Repressivo em excesso, com características das décadas passadas. Não permite o desenvolvimento pleno da criança. A neurociência já provou que o cérebro não está formado nos primeiros anos de vida. Uma criança de dois anos não consegue guardar todos os comandos dados pelos adultos. Quando uma criança de dois anos diz “não”, a gente está presenciando o nascimento da autonomia dela. Há pais que trucidam a criança nessa fase achando que estão colocando limites. Quando chega a adolescência, reclamam que o filho não tem autonomia. Em algumas situações, pode parecer que a criança é bem educada, certinha, obediente, ordenada, mas ela pode estar doente ou desenvolvendo traços obsessivos compulsivos. Há até comprometimentos fisiológicos que surgem por causa de uma educação repressiva, que é diferente de a criança ter limites. No outro extremo, temos os pais negligentes, sem limites, o que também não permite que a criança desenvolva a auto-regulação das próprias emoções, construa limites internos.

O que é auto-regulação?
Existem três limites na auto-regulação. O primeiro é o respeito ao outro e ao mundo. O segundo são os limites que precisam ser transpostos, superados pela criança para que ela se desenvolva. Por fim, é um limite interno, que só se desenvolve se houver uma dosagem ótima, nem repressiva, nem negligente, na qual a criança descubra até onde pode ir. Por exemplo, aprender a controlar a impulsividade. Além disso, quando a gente fala que uma criança passou dos limites, é preciso verificar se os pais também não passaram. É preciso educar o educador porque normalmente ele reproduz a infância dele no modo de agir e reagir com os pequenos. É comum a reação impulsiva e impaciente dos pais. A mulher briga com o marido, por exemplo, e descarrega no filho porque não tem coragem de enfrentar o adulto.

Quais os riscos desses comportamentos para a fase inicial da vida?
O início da vida é a fase primitiva do desenvolvimento. Durante a infância, o cérebro está em formação, através de intensas sinapses. É o período do nascimento de novas e sucessivas capacidades cognitivas, motoras e afetivas. O primeiro ano de vida é o mais crítico. Aparentemente, pode parecer que não, mas qualquer evento pode afetar de modo irreversível o desenvolvimento da criança. É preciso ter cuidado desde a gestação: um gravidez serena, um primeiro ano de vida com afeto. Todas as experiências em escolas humanizadas revelam que crianças mais respeitadas são crianças mais pacíficas.

Qual o maior desafio dos pais na época contemporânea?
Compreenderem as etapas da infância, o que esperar em cada uma delas e como reagir. Entender que os velhos modos de educar não funcionam mais, estão falidos. O autoritarismo não funciona e os filhos não admiram mais os pais autoritários. É preciso se abrir para uma nova forma de autoridade que não é imposta pelo mando. As relações têm que ser mais democráticas, sem que haja o risco de que os filhos passem a mandar, como ocorre em algumas situações. Hoje, existem famílias nas quais o sistema é “filharcal” e não patriarcal. Isso também é grave. Pais, mães e filhos precisam de um ambiente onde haja respeito e equilíbrio. Vivemos um momento muito confuso e sofrido. Ao mesmo tempo, é irônico o fato de que nunca soubemos tanto sobre a infância, nunca houve tantas possibilidades, propostas, livros de humanização na infância e na adolescência.

Você está pessimista em relação a esse quadro?
Não tenho uma sensação negativa em relação a tudo isso. É preciso compreender que estamos passando por uma mudança significativa. É interessante que na Renascença a situação do professorado era semelhante a que nós temos hoje. Naquela época, os professores não estavam suportando a rebeldia dos adolescentes. A diferença hoje é que o desafio não é só social ou político, mas psicológico. Mário Sérgio Cortella (filósofo e educador) disse uma vez que somos a primeira geração que não cuida suficientemente bem da próxima. Não sustentamos as esperanças das próximas gerações, fizemos um saque antecipado do futuro. Quando falamos para nossos filhos que não há saída, que tudo é muito difícil, estamos os levando a viver o presente de modo tão intenso que chega a ser insano. Isso também está relacionado com a falta de auto-regulação.

Como se preparar para esse desafio?
A educação precisa ser elucidativa, consciente. É preciso que os pais saibam o que está se passando, estejam atentos. As escolas humanistas sugerem que até os sete anos as crianças não sejam estimuladas só mentalmente, porque elas estão na fase do desenvolvimento motor, do ritmo, do movimento. Depois é que vem a maturidade cognitiva. É preciso desenvolver a sabedoria corporal. Hoje, os pequenos passam essa fase fechados nos apartamentos, na frente do computador e da televisão, e depois os pais acham que eles são hiperativos… Mas o que falta é grama, terra.

Qual a responsabilidade dos pais nesse processo?
Estou convencida que o problema da educação está nos adultos, que estão cada vez mais desconectados. Queremos que as crianças sigam o nosso ritmo e neurose. Um cuidador suficientemente bom é aquele que é capaz de estar atento ao tempo e às necessidades das crianças. Não ignorá-las, não sobrepor sempre as suas necessidades sobre as delas. Não é ser um pai submisso ou voltado só para os filhos, mas é um modo de lidar no cotidiano. Acho que a maternidade e a paternidade são uma grande oportunidade de desenvolvimento, mas é preciso que haja o desejo de transformação.

Sobre a mudança na lei da licença-maternidade, você acredita que dois meses a mais perto da mãe fazem diferença na formação da criança?
Sim. No mínimo, uma criança deveria ficar perto do provedor de afeto até os seis meses de vida. Nunca na história da humanidade os bebês ficaram tão cedo e tanto tempo em instituições. Em vários países europeus, a licença para as mães é de seis meses e existe uma licença para os pais. Hoje, muitos críticos falam sobre o custo de uma licença-maternidade maior. Mas qual é o custo social e financeiro para se tratar os comprometimentos posteriores? Os surtos psicóticos, a depressão, o transtorno obsessivo compulsivo, problemas que afastam as pessoas do trabalho? Esses custos são muitos maiores para o país que o impacto da licença-maternidade estendida. "



Tô relendo minha vida, minha alma, meus amores

Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores

Refazendo minhas forças, minha fonte, meus favores

Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores

Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho

Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho

Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho

Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho

Estou podando meu jardim

Estou cuidando bem de mim...

Apaixonados pela Lua...

Ontem tive um sonho

Caminhamos entre as nuvens do céu
Desenhamos lembranças de nós dois
Envolvidos no azul do véu

Não ficaremos juntos
Se não soubermos a arte de amar
Esse segredo tão bonito do caminho
Hieroglifos de um livro para decifrar

Na viagem desse sonho
Nossas almas eu vi flutuar
Nas delicadas linhas do infinito
Fomos filhos de um romance de um amor lunar

Apaixonados pela lua, lua, lua
Cheia de mistérios
Nos finos grão de areia, mente branca
Segredo e solidão em seus hemisférios

Ontem tive um sonho...

(Paula Fernandes)

. Meu garotinho super esperto!!




Os 2 anos e 7 meses desse rapazinho...

-Acorda ja na maior folia;
-Pede suco ou leite com nesquick de morango.. (nao gosta de chocolate);
-Assiste patati patata ou xuxa ou backyardigans ou carros;
-Depois de se assiar pede pra brincar no corredor com os amiguinhos;
-Fica brincando até ficar pronto o almoço, depois vem pra casa e devora tudo que tem no prato;
-As vezes come sozinho as vezes prefiro dar na boca pra ser mais rapido e ter menos sujeira;
-Educação não falta na vida desse mocinho, fala quando chega nos locais: "bom dia, boa tarde, obrigado, licença, desculpa...
-Está numa fase de dar respostas pra tudo, esses dias eu fiz miojo e esfriando comi um pouco, dai ele vira e me fala: "Mae esse miojo é teu é?!" ai eu disse: "nao meu filho, é seu, mamae ta esfriando." - dai ele solta a perola "Mãe voce esfria o miojo comendo é?"(quase mijo de rir)
-Frutas preferidas: maçã, uva, melancia, banana, mamão, kiwi, tangerina, limão (sim ele adora chupar limao), manga...
-AAAdora chá gelado de pessego, aqueles nestea.
-Não gosta muito de chocolates, bolos, detesta pudim, quase vomitou comendo quindim, coisas pastosas não é com ele.
-Adora bife de figado, franguinho, peixe, carne bovina, ovos (ele chama de carninha branca)
-Agora dança e canta que é uma beleza. Impossivel ver e não rir dessas dancinhas dele..
-Dorme em torno de 21hrs e acorda as 9:30 do outro dia no pique total.
-Chorar não combina muito com ele. É risonho e arteiro o dia todo.
-Sabe o nome dos carros de quase todos da familia. Decora o nome de cada um e ainda sabe as cores dos carros
-Cada dia fica mais alucinados por carro e motos. Ao ver abre a porta e entra ou sobe na moto e fica lá até cansar.
-Lembra de todos, nao esquece o nome de ninguem e quando nao conhece primeira coisa que pergunta> "Qual seu nome? O meu é Arthur" - ja se apresenta logo, rs
-REcebe elogios por onde passa. Por ser muito comunicativo, falador, fala tudo muito correto, sabe falar com os verbos bem colocados, esperto demais pra idade dele.

Tem muitas outras coisas que esse mocinho faz, mas é impossivel lembrar de tudo numa noite só pensando rs.
SEi que ele é a alegria onde chega, deixa saudade por onde passa e fica na lembrança de todos que o conhecem.
Esse menino é ouro na minha vida. Agradeço todos os dias por Deus me presentear com esse filho lindo, esperto, inteligente, cheio de energia e saude.
:)
Pra saber mais só conhecendo mesmo!!!

Beijosss!!

Não posso me dar como satisfeita...

... Mas acredito que chegarei ao meu peso ideal!


Posso dizer que foram aproximadamente 3 meses de muitos planos, muitas metas, algumas vitorias, outras tantas derrotas. No entanto, nao posso me dar como satisfeita com o alcançado até agora.
Tudo bem, até que eu perdi algum peso (aproximadamente 7 kg), mas na verdade meu objetivo fundamental, que é a reeducaçao alimentar, não está sendo atingido.
No começo até que tudo começou direitinho. é sempre mais facil quando voce sente o entusiasmo de uma coisa nova, mas com o tempo parece que as coisas vai esmorecendo e voce vai deixando seus objetivos para trás, esquecendo deles, lembrando por vezes quando tem uma grande frustraçao. Sempre tem uma desculpa, sempre tem uma semana preenchida que te fez esquecer do que voce havia planeado, sempre tem um jantar de amigos, sempre tem um docinho da mamae, sempre tem algo que nos coloca cada vez mais longe das metas.

Tenho pensado bastante, refletido muito. Tenho lido blogs, revistas, artigos e uma série de outras coisas. Todos parecem dizer o mesmo. Em todos parece ser bastante facil emagrecer, mudar a cabeça, atingir objetivos. Mas na verdade a gente sabe que nao é assim tao facil. Ou será que a gente é que complica?

Uma das coisas sobre a qual eu mais tenho pensado é o poder da escolha!
A gente escolhe a cada momento o que a gente quer fazer. Ninguem ta decidindo pela gente. De cada vez que a gente se depara em frente de uma fatia de pizza, de um bolo, de um refrigerante, a gente decide naquele momento, aquele milesimo de segundo, se queremos estar mais magras, ou se queremos engordar, se ficaremos mais saudaveis, ou se sabotaremos um pouco mais nossa saude. A quem mais poderemos atribuir a responsabilidade das nossas decisoes, das nossas escolhas? Foi a gente que decidiu, foi a gente que escolheu, ninguem tava la pensando por nós.

Tudo isso eu acredito que vem da dificuldade da gente admitir que somos apenas nós que controlamos nossas vidas. Ninguém mais é responsavel por aquilo que a gente faz. E saber isso, dá medo! Saber que tudo que a gente faz e tem na vida foi criado por nós proprias.

E é desse medo que surge a culpa. A culpa de nao ter resistido, de nao ter feito, de ter errado. Porque no fundo a gente sabe que a escolha foi nossa, o erro foi nossa, e isso dói!

Mas a gente nao pode esquecer que as consequencias de nossos atos, de nossas escolhas, serão também suportadas por nós mesmos. E por isso eu pergunto, será que no fundo a gente nao tem medo de nos tornarmos aquela pessoa que sempre sonhamos ser? Nao será tudo medo de realizar nossos sonhos e sermos verdadeiramente felizes?

O poder da escolha! A capacidade de a cada momento a gente decidir o que queremos fazer na nossa vida, que pessoa queremos ser. Se a gente conseguir naquele momento, que apenas dura um milesimo de segundo, exercer nosso poder de escolha, sem medo de sermos quem queremos ser, entao eu acho que tudo se torna possivel.

O poder da escolha é de fato algo de muito poderoso. É também saber assumir as consequencias das nossas escolhas. Se eu hoje escolher nao perder o serao com os amigos e resolver encarar umas cervejinhas, tudo bem, é uma escolha também. O importante é assumir as consequencias dessa escolha e ser feliz com ela pois a gente pôde escolher e achou que aquilo era o melhor para nós.

É essa coragem que eu estou buscando nao só na minha reeducação alimentar como em outras areas de minha vida. Saber exercer meu poder de escolha sem medos! Me responsabilizar por meus atos. Saber que nao sou mais uma criança e que de fato eu controlo minha vida. Não é facil fazer isso..mas é uma escolha! E eu estou escolhendo nesse momento assumir o controle! Pois eu posso tudo. Eu e voces podemos tudo!!

Por isso meninas, eu estou ESCOLHENDO assumir esse compromisso comigo mesma. Sem mais desculpas, sem mais lamurias.

Temos que ir atras daquilo que nos faz verdadeiramente feliz, e o resto é conversa!


*7kg off*

Seu sorriso me fascina...

Se tem uma coisa que me fascina no Arthur é sua facilidade em sorrir. Um sorriso que ilumina todo o rostinho dele, que concede uma luz ainda maior aos seus olhos.

Porque seus singelos sorrisos se enchem de significados. Eles são, pra mim, sua ponte maior com o mundo. São sua mais genuína forma de expressão..

Quando saiu e chego em casa, não interessa o horário. Costumo dizer, já da porta da frente: “olha quem chegou...”. E ele solta uma risada das mais gostosas, que consigo escutar mesmo que ele não esteja ao alcance da minha visão. E quando ele me enxerga, aí mesmo é que o sorriso “escancara”. E ele solta um: “Mamãe você chegouu!!”

Ele adora música. De todos os tipos. Basta ouvir um princípio de ritmo e pronto – lá vem o sorrisão pro rostinho de novo. Sem contar a facilidade que aprende as melodias e as letras pra depois ficar cantando e dançando fazendo gracinha pra todos rirem dele.

Quando se aproxima os horários de comer, ele já começa a sorrir e dar gritinhos de contentamento. E fala o tempo todo: “Mãe põem meu almoço, põem mãe. Quero papá!!”

O sorriso do meu filho me dá sinais diários do quanto ele percebe o mundo ao seu redor, entende emoções, demonstra suas opiniões.


Seu sorriso é tão lindo que me dá o respaldo para afirmar que ele é uma criança muito feliz e abençoada. Quando eu estava grávida desejei do fundo do meu coração uma criança sadia, cheio de energia, amoroso e sorridente. Graças a Deus, fui atendida em todos os pedidos e outros também, mesmo sem pedir Deus me abençoou com essa esperteza de criança.

Eu nunca gostei de crianças sérias, que não te olham, não falam com você. O Meu marido tem uma priminha, hoje com 4 anos. Que quando ela era neném, eu fazia maior graça pra ela, queria brincar, cheirar, mas a menina não abria um sorriso se quer, ficava olhando, às vezes só queria o colo da mãe. Ai eu fui perdendo o encanto por ela, tratava bem, mas não ficava bajulando ela mais. Pra mim criança tem que explodir alegrias, sorrisos, fazer muita bagunça, ser e aparentar ser FELIZ!


Quem sou:

A minha foto
Me chamo Fábia, tenho 25 anos. Sou mãe do Arthur de 3 e casada há 6 anos com o Pedro Henrique.

Mensagens:

"O meu Deus é forte, justo e verdadeiro,
Príncipe da paz, me amou primeiro
É fiel comigo, sempre meu amigo,
Mesmo eu sendo falho, fraco e pecador
Sempre me amou."


"Dizem que a verdade não importa, e sim o que cada um quer ver. Algumas pessoas precisam dar um passo atrás para descobrirem tudo a sua volta, outras precisam ver que suas mentiras podem traí-las! Algumas, precisam enxergar que tinham tudo o tempo todo, e finalmente há aquelas pessoas que precisam fugir de tudo para não olhar a si mesmas. E quanto a mim, vejo tudo mais claro agora."




"Felicidade! É inútil buscá-la em qualquer outro lugar que não seja no calor das relações humanas... Só um bom amigo pode levar-nos pela mão e nos libertar."
(Antoine de Saint-Exupéry)


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